quarta-feira, 2 de novembro de 2011

tiro pela culatra

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

"TIRO PELA CULATRA"

O governo não assume e nem poderia ser de maneira diferente, mas é claro que a decisão de aumentar o IPI dos importados foi por pressão (e muita) das montadoras nacionais, que viam cada vez mais o seu reinado no mercado nacional ameaçado,e muito principalmente pelos chineses e coreanos. FIAT,VW,GM e FORD, aceitam com muita má vontade dividir o "bolo" entre si. Se pararmos para pensar há realmente motivo para a preocupação das mesmas pois quem se lembra por exemplo no final dos anos 70, quando a FIAT entrou no mercado nacional com seu 147 (127) e foi motivo de piada com seu carros cheios de problemas. Pois deve-se louvar essa montadora que deu a cara a tapa, inovou, cometeu muitos erros,porém quem diria...Hoje é líder no mercado brasileiro, desbancando a até então inatingível VW. É...quem diria. Pois bem é aí que chegamos à conclusão de que há sim muitas razões para as nacionais ficarem de olhos bem abertos com relação principalmente aos chineses. Porém o tiro que saiu pela culatra é que nosso governo acostumado a fazer o que bem entende, sacaneou, sim essa é a palavra, sacaneou com as montadoras estrangeiras, só que se por um lado ele conseguiu realizar seu desejo que era melhorar a situação das nacionais e ao mesmo tempo tirá-las do seu pé, causou um sério problema para as importadoras que afeta diretamente a nós brasileiros. Quantos empregos diretos e indiretos deixarão de existir ? Não se pode tomar uma decisão como essa sem avaliar antes os danos, muitas vezes irreparáveis que serão causados no futuro (muito próximo nesse caso). Projetos para construção de fábricas engavetados, (ainda menos empregos) sem contar que alguma multinacional que pretendesse em breve instalar-se em nosso país, vai pensar duas vezes, e não estou me referindo só às montadoras. Pois bem "PRESIDENTA" a bomba está na sua mão e o pavio aceso, se não dá para apagar pelo menos vê se joga pra um lugar onde não cause muitos estragos...se for possível.

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